NOTA: A quem consulte e aprecie este blogue e possa contribuir com comentários, críticas ou correcções têm a minha consideração.
Aqueles que por seu entendimento, possam ser proprietários de alguns elementos fotográficos, e pretendam a retirada dessa foto, agradeço que me seja comunicada para evitar constrangimentos pessoais.

Obrigado.

28 de março de 2010

Tranca na Quinta do Covelo - Baltar

Rua da Capela das Almas - Baltar - Paredes

Tranqueta em casa particular - Matosinhos

Av. de Marignac, 868 - Matosinhos

Tranqueta em Quinta particular - Macieira da Maia

Lugar da Vilarinha - Macieira da Maia - Vila do Conde

Aldraba em casa particular - Alfena

Rua das Matas, 39 - Alfena - Valongo

Aldraba em casa particular - Alfena

Rua da Gandra, 105 - Alfena - Valongo

Tranqueta de Casa e Quinta de Nª. Srª. do Carmo, Vila de Punhe

Rua da Estrada Real - Vila de Punhe - Viana do Castelo

Aldraba da Casa e Quinta de Nª. Srª. do Carmo - Vila de Punhe

Rua da Estrada Real - Vila de Punhe - Viana do Castelo

Tranqueta em casa particular - Azurara

Rua Dr. Américo Silva, 164 - Azurara - Vila do Conde

Ferrolho "Roda dos Expostos" - Vila do Conde

Prç. Dr. António José D'Almeida - Vila do Conde
Roda dos Expostos tratava da recolha de crianças abandonadas e filhos do alheio.

Casa Particular - Vilar

Rua de Soutelo, 9 - Vilar - Vila do Conde

27 de março de 2010

Quinta da Prelada, dos "Noronha e Menezes"- Porto

Rua dos Castelos, freguesia de Ramalde - Porto
Os primeiros proprietários da Quinta da Prelada promoveram, entre 1743 e 1758, a construção de uma residência de verão na quinta, obra entregue ao italiano Nicolau Nasoni. A Quinta da Prelada integrava a Mata da Prelada, com árvores centenárias no seu interior. Visíveis do exterior observam-se 2 tílias de grande porte, 1 araucária e alguns choupos.
Referenciada nas Inquirições do séc. XIII com o nome de Petra Lata, em Ramalde. Os expedicionários liberais desembarcados ao Sul do Mindelo, em 8 de Julho de 1832, entraram na cidade na manhã do dia seguinte, pelo caminho que flanqueava essa quinta, ficando desde então associados ao movimento liberal. Na parte da quinta, no topo da Rua dos Castelos, localiza-se a casa "senhorial" com o portão de entrada principal. Este portão barroco é mais antigo que a própria casa, mandada construir em 1754; é dos fins do séc. XVII e é notável pela riqueza decorativa do brasão de família e das suas sereias. Segundo desenho inicial de Nasoni, a casa senhorial da Quinta da Prelada data do início da 2ª metade do século XVIII. Foi residência da família Noronha de Meneses até 1904, data em que foi doada à Santa Casa da Misericórdia do Porto.
Caros blogeur's, poderão também obter mais informações sobre esta Quinta e sua historia num trabalho que podemos considerar muito válido, no site http://www.idearte.org/texts/65.pdf, cuja autora Manuela Cunha não me é familiar (embora pareça). Poderão também consultar neste mesmo blogue em Torres-Torreões "Castelo mais pequenino de Portugal", outra belissima peça que pertencia à mesma quinta, outrora, de uma familia abastada, os Noronha de Menezes.
Descrição do brasão:
          - Escudo: Francês ou Quadrado
          - Formato: Esquartelado (partido e cortado)
          - Leitura: I e IV - Portugal e II e III - Castela

Quinta da Prelada - Porto

Rua dos Castelos - Porto

Os primeiros proprietários da Quinta da Prelada promoveram, entre 1743 e 1758, a construção de uma residência de verão na quinta, obra entregue ao italiano Nicolau Nasoni. A Quinta da Prelada integrava a Mata da Prelada, com árvores centenárias no seu interior. Visíveis do exterior observam-se 2 tílias de grande porte, 1 araucária e alguns choupos.
Referenciada nas Inquirições do séc. XIII com o nome de Petra Lata, em Ramalde. Os expedicionários liberais desembarcados ao Sul do Mindelo, em 8 de Julho de 1832, entraram na cidade na manhã do dia seguinte, pelo caminho que flanqueava essa quinta, ficando desde então associados ao movimento liberal. Na parte da quinta, no topo da Rua dos Castelos, localiza-se a casa "senhorial" com o portão de entrada principal. Este portão barroco é mais antigo que a própria casa, mandada construir em 1754; é dos fins do séc. XVII e é notável pela riqueza decorativa do brasão de família e das suas sereias. Segundo desenho inicial de Nasoni, a casa senhorial da Quinta da Prelada data do início da 2ª metade do século XVIII. Foi residência da família Noronha de Meneses até 1904, data em que foi doada à Santa Casa da Misericórdia do Porto.
Caros blogeur's, poderão também obter mais informações sobre esta Quinta e sua historia num trabalho que podemos considerar muito válido, no site http://www.idearte.org/texts/65.pdf, cuja autora Manuela Cunha não me é familiar (embora pareça). Poderão também consultar neste mesmo blogue em Torres-Torreões "Castelo mais pequinino de Portugal", outra belissima peça que pertencia à mesma quinta, outrora, de uma familia abastada, os Noronha de Menezes.


Catavento - Porto

Av. da Boavista, 1354 - Porto

Quinta dos Bispos - Stª. Cruz do Bispo

Rua Gonçalo Zarco - Stª. Cruz do Bispo - Matosinhos
A Quinta dos Bispos foi criada entre 1552 e 1572 pelo Bispo do Porto D. Rodrigo Pinheiro. O seu objectivo foi o de criar um local de repouso, divertimento e recreio para o bispo e seus sucessores. O bosque, o rio Leça, as ramadas, as múltiplas fontes, cascatas, ermidas, capelinhas e elementos escultóricos mandados erigir por ele, assim como a magnífica casa contribuíram significativamente para o sucesso do projecto.Durante os séculos seguintes os bispos do Porto aí encontraram um refúgio acolhedor. E, com eles, entraram na quinta alguns dos mais destacados homens de letras e artes dos seus tempos. Eis alguns exemplos: D. Rodrigo da Cunha, Manuel Faria e Sousa, frei Bartolomeu dos Mártires ou frei Luís de Sousa.Entre 1741 e 1752 o famoso arquitecto italiano Nicolau Nasoni é responsável por uma série de intervenções na Quinta por encomenda do bispo D. José Fonseca e Évora. É assim que surge, entre outros elementos arquitectónicos, a belíssima entrada barroca voltada para o Largo da Igreja.

Casa Particular - Srª. da Hora

Rua Senhora da Penha, 203 - Srª. da Hora - Matosinhos

Quinta S. Gens, Srª. da Hora

Estrada Exterior da Circunvalação - Srª. da Hora - Matosinhos
A Quinta de São Gens é uma velha quinta murada, próxima de um cabeço que na época da romanização terá funcionado de posto de vigia (ou "Viso"), e onde, na época medieval, terá sido erguido um pequeno templo em honra de São Gens. A Quinta de São Gens andou ligada durante séculos ao morgadio instituído em Ramalde, um pouco antes de 1542, por João Dias Leite. Terá sido durante a administração de D. Maria Leite (falecida em 1738), ou de seus filhos, que na Quinta de São Gens se realizaram as obras delineadas por Nicolau Nasoni, sendo notável a similitude com a Quinta de Ramalde, no Porto. Entre 1725 e 1738, surge então a casa senhorial da Quinta de São Gens, com seu corpo rectangular, um torreão central recuado, grande pátio fronteiro à casa, escadas exteriores, e passagem central sob o patamar das escadas, a dar acesso ao rés-do-chão. Na década de 1920, a casa sofreu um incêndio, vindo a ser remodelada por um rico emigrante retornado do Brasil que a comprou aos antigos proprietários. Foi então que lhe foi acrescentada um prolongamento para norte e que se ampliou o pátio para o mesmo lado, suprimindo as escadas exteriores e ajardinando o terreiro fronteiro com canteiros, palmeiras e arbustos, em obediência ao gosto então expandido entre nós pelos "brasileiros". Supõem-se que terá sido nessa altura que se transferiram as estátuas, tanque e bancos atribuídos a Nasoni. Na década de 1930, o ajardinamento do pátio foi, de novo, remodelado e plantado com fruteiras subsistem actualmente a estrutura básica da casa, o pátio murado com portão armoriado e janela mural artisticamente enquadrada, uma dezena de notáveis esculturas em granito, de salientar um conjunto de quatro intituladas "Primavera", "Estio", "Outono" e "Inverno". Subsistem ainda duas fontes, um cruzeiro, muros e um fonte de uma bica, à retaguarda da qual está, voltada para o centro do terraço, uma escultura representando uma quimera de mulher. Além destas obras, pode ainda ser admirado um tanque-lago enquadrado por quatro bancos de pedra que ocupa a posição central de um belo jardim.

Quinta S. Gens - Srª. da Hora

Rua do Senhor, 14 - Srª. da Hora - Matosinhos
A Quinta de São Gens é uma velha quinta murada, próxima de um cabeço que na época da romanização terá funcionado de posto de vigia (ou "Viso"), e onde, na época medieval, terá sido erguido um pequeno templo em honra de São Gens. A Quinta de São Gens andou ligada durante séculos ao morgadio instituído em Ramalde, um pouco antes de 1542, por João Dias Leite. Terá sido durante a administração de D. Maria Leite (falecida em 1738), ou de seus filhos, que na Quinta de São Gens se realizaram as obras delineadas por Nicolau Nasoni, sendo notável a similitude com a Quinta de Ramalde, no Porto. Entre 1725 e 1738, surge então a casa senhorial da Quinta de São Gens, com seu corpo rectangular, um torreão central recuado, grande pátio fronteiro à casa, escadas exteriores, e passagem central sob o patamar das escadas, a dar acesso ao rés-do-chão. Na década de 1920, a casa sofreu um incêndio, vindo a ser remodelada por um rico emigrante retornado do Brasil que a comprou aos antigos proprietários. Foi então que lhe foi acrescentada um prolongamento para norte e que se ampliou o pátio para o mesmo lado, suprimindo as escadas exteriores e ajardinando o terreiro fronteiro com canteiros, palmeiras e arbustos, em obediência ao gosto então expandido entre nós pelos "brasileiros". Supõem-se que terá sido nessa altura que se transferiram as estátuas, tanque e bancos atribuídos a Nasoni. Na década de 1930, o ajardinamento do pátio foi, de novo, remodelado e plantado com fruteiras subsistem actualmente a estrutura básica da casa, o pátio murado com portão armoriado e janela mural artisticamente enquadrada, uma dezena de notáveis esculturas em granito, de salientar um conjunto de quatro intituladas "Primavera", "Estio", "Outono" e "Inverno". Subsistem ainda duas fontes, um cruzeiro, muros e um fonte de uma bica, à retaguarda da qual está, voltada para o centro do terraço, uma escultura representando uma quimera de mulher. Além destas obras, pode ainda ser admirado um tanque-lago enquadrado por quatro bancos de pedra que ocupa a posição central de um belo jardim.

Campaínha de casa particular - Srª. da Hora

R. Quinta dos Lavadores, 1713 - Srª. da Hora -Matosinhos

Quinta do Ribeiro - Alfena

Rua 1º de Maio - Alfena - Valongo

Mosteiro de Vilela

Largo da Igreja - Vilela

Batente de casa particular - Vandoma

Av. da Republica, 269 (E.N.15) - Vandoma - Paredes

Nicho - Vandoma

Av. da Republica, 269 (E.N. 15), Vandoma - Paredes

Quinta da Aveleda - Penafiel

Av. de S. Roque - Penafiel

26 de março de 2010

"Melos" - Porto

Rua Barão Forrester - Porto
O brasão no seu interior é constituida por uma dobre-cruz acompanhada de 6 besantes e boradura dos "Melos".
Descrição do brasão:
               - Escudo: Oval
               - Formato: Simples
               - Leitura: I - Melo
O portal onde se insere este brasão fazia parte integrante de uma quinta que pertenceu aos Sousa e Melo e que ocupava uma vasta área que se estendia desde a igreja da Lapa até à Carvalhosa. O seu proprietário era José de Sousa e Melo que foi tesoureiro.geral da Alfandega do Porto, vice-provedor e deputado da Companhía Geral da Agricultura e Vinhas do Alto Douro, administrador dos Correios do Porto, inspector das Obras do Edificio da Academia da Marinha e Comércio, vereador da Câmara do Porto e provedor da Santa Casa da Misericórdia. Muito perto deste exemplar existe uma rua com seu nome, R. do Melo e é aí que se encontra outra casa brasonada que provavelmente serviria de sua residencia.

Quinta de Stº. António (Unidade Habitacional) - Porto

Rua Barão Forrester, 816 - Porto

Designada de Quinta de Stº. António, esta unidade de alojamento está associada aos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras, e é um espaço destinado a acolher cidadãos estrangeiros que por razões judiciais se encontrem indevidamente instalados em Portugal.
Como curiosidade, antes de 1959 esta artéria fazia parte da Rua de Cedofeita, talvez por isso que a sua numeração não foi alterada. A rua não começa no número 1.

25 de março de 2010

Colégio Luso-Francês

Rua do Amial - Porto

Colégio Luso-Francês - Porto

Rua do Amial, 442 - Porto

Quinta de Dinis de Cima (porta de entrada)

Rua de Major Dinis - freguesia de Couto, Stº. Tirso 

Brasão a seguinte leitura:
Formato -  Plena 
Leitura - Miranda
Escudo Português ou boleado, 
com elmo invertido virado à esquerda, com paquife e timbre de Correia.


História da Casa:
Casa e Quinta de Dinis de Cima - Couto (Santa Cristina) - Santo Tirso

Situada na freguesia de Couto (Santa Cristina), a Casa de Dinis de Cima, envolta pela quinta à qual pertence, desenvolve-se numa planta em forma de U, que articula os dois volumes de maior destaque: os torreões.
As informações disponíveis sobre este imóvel não permitem concluir se esta é uma edificação de raiz, ou se, pelo contrário, radica numa construção medieval, profundamente alterada pela campanha do séc. XVIII. Na verdade, as denominadas casa-torre constituíram o modelo preferencial da habitação nobre na época medieval, onde este género de plano, com duas torres unidas por um corpo,foram uma das variantes adoptada e da qual restam alguns exemplos.
Esta planimetria foi, posteriormente, recuperada pela arquitectura setecentista que, muitas vezes, reedificou as torres originais. Na Casa de Dinis de Cima, e apesar da compartimentação dos alçados por pilastras, estes volumes conservam uma alusão militar, de função apenas decorativa, bem presente nas ameias que rematam quer as torres quer o volume que as une. O próprio portal em ogiva que se abre no muro evoca, também, a linguagem medieval. Menos próprio da época, são os muitos vãos que rasgam estes corpos, com molduras de cantaria de configuração diferenciada.
Assim, e sem abandonar totalmente a possibilidade de aqui ter existido uma outra edificação, bem anterior, certo é, que ela foi profundamente alterada no séc. XVIII. As fachadas do pátio e dos corpos laterais contrastam vivamente com a imagem fortificada observada, ao apresentar um desenvolvimento mais depurado. No alçado mais longo, ganha especial importância a capela, a porta principal, bem  como o conjunto formado pelo brasão de armas dos Correia Miranda (com certeza, a família proprietária do imóvel) e a fonte. O brasão ocupa um lugar de destaque, ao elevar a cornija, que forma um semicirculo. Por baixo, abre-se uma janela, e no plano térreo, encontra-se a fonte, de tanque rectangular, com espaldar decorado. Duas pilastras encimadas por pináculos, ladeiam a estrutura central, com a bica e, sobre a cornik«ja, um nicho flanqueado por volutas é rematado por frontão curvo.
No interior, bastante alterado, apenas se conservam algumas das coberturas, em masseira.
Tesxto: (Rosário Carvalho) / IPPAR
retirado de: https://www.facebook.com/groups/estoriasdecasascomhistoria/

Quinta de Major Dinis - Santo Tirso

Rua de Major Dinis - Stº. Tirso

Quinta de Major Dinis - Santo Tirso

Rua de Major Dinis - Stº. Tirso