NOTA: A quem consulte e aprecie este blogue e possa contribuir com comentários, críticas ou correcções têm a minha consideração.
Aqueles que por seu entendimento, possam ser proprietários de alguns elementos fotográficos, e pretendam a retirada dessa foto, agradeço que me seja comunicada para evitar constrangimentos pessoais.

Obrigado.

21 de março de 2013

Debulhadora de milho individual - Vilela


Rua da Fonte, freguesia de Vilela, Paredes - Portugal
Debulhadora antiga, já secular, com aplicação manual de espiga a espiga. Encontra-se numa quinta guardada e segundo informação dada pelo proprietário, esta máquina ainda funciona.
Apraz-se o valor e interesse na preservação por estas máquinas antigas.

17 de março de 2013

Brasão dos "Sousa, Veloso e Azevedo", Museu Soares dos Reis - Porto

Apenas poderemos referir a este brasão, que se encontra exposto no museu, de que é da época renascentista, séc. XVIII, de estilo Barroco, com um escudo Francês ou quadrado e de formato esquartelado.
A sua leitura, apresenta os apelidos de: I e IV - Sousa (de Arronches); II - Veloso; III - Azevedo (dos senhores de S. João de Rei);
Sobre o seu escudo pousa um elmo de grades tarado de perfil, com paquife.
Na opinião de Armando Mattos, na sua obra "Pedra de Armas do Porto", refere ainda que nos quartéis dos "Sousa" a bordadura dos castelos estão a mais e os escudetes estão em aspa.
Não há registo de mais informação sobre esta peça.

16 de março de 2013

Brasão dos Morais Alão - Museu Soares dos Reis - Porto

Este brasão encontrava-se colocado no palacete, que serviu de apoio à Câmara Municipal do Porto, na antiga Praça Nova (actual Praça da Liberdade), e que foi pertença de Morais Alão - Amorim Gama Lobo.
É em granito, do séc. XVIII, estilo barroco, de heráldica de família, com escudo de fantasia.
O seu formato é esquartelado, com leitura de I - Amorim; II - Gama (de Vasco da Gama); III - Lobo; e IV - Magalhães;
Contempla um coronel de Nobreza e sob este um elmo de grades tarado de perfil.
É um pesado arranjo, estilizado da época, já da fase "decadente". O brasão terá as mesmas ligações à casa de Bonjóia, dado que contemplam as mesmas armas no brasão. O seu estado de conservação é de algum desgaste, embora mais aparente que o seu homónimo de Bonjóia.
Apresenta-se um extracto da obra de Germano Silva, em "Porto, nos recantos do passado", onde descreve a existência desse palacete do seguinte modo: " (...) Em 21 de Agosto de 1819, a Câmara instalou-se oficialmente na sua nova sede. E não tardou a ocupar outro edifício contiguo ao primeiro, situado a poente, que comprara a Dª. Maria da Natividade Guedes de Portugal e Meneses, ao tempo residente em Coimbra. E assim se instalou a Câmara do Porto na antiga Praça Nova das Hortas, onde saiu quase um século depois."

10 de março de 2013

Brasão dos "Gonçalves", Museu Soares dos Reis - Porto





Pedra-de-Armas sem qualquer documentação que permita descrever algo sobre as suas origens. Contudo o brasão pode-se classificá-lo de "família" e com escudo Francês ou Quadrado.
O formato é Simples ou Pleno, de leitura: I - Gonçalves (de Antão Gonçalves). Apresenta como diferença: um besante de... em brica azul.O elmo é de grades tarado de perfil e sem paquife, conforme é visível na segunda foto, retirada da obra Pedra de Armas do Porto, de Armando Mattos.
Actualmente apenas existe o brasão, tendo sido mutilado o elmo e uma condecoração.
Também é bem visível a definição das cores pelo aparente tracejado em diagonal (representa a cor verde) e de azul, na brica.