PERDIDOS NO TEMPO - Objectos, imagens, lugares, etc...
NOTA: A quem consulte e aprecie este blogue e possa contribuir com comentários, críticas ou correcções têm a minha consideração.
Aqueles que por seu entendimento, possam ser proprietários de alguns elementos fotográficos, e pretendam a retirada dessa foto, agradeço que me seja comunicada para evitar constrangimentos pessoais.
Obrigado.
Aqueles que por seu entendimento, possam ser proprietários de alguns elementos fotográficos, e pretendam a retirada dessa foto, agradeço que me seja comunicada para evitar constrangimentos pessoais.
Obrigado.
7 de dezembro de 2010
6 de dezembro de 2010
27 de novembro de 2010
25 de novembro de 2010
Biblioteca Municipal de Penafiel (entrada principal)
Av. Egas Moniz, Penafiel - Portugal
Antigo palacete do Barão do Calvário, datado de 1858, localizado no centro da cidade, actualmente aproveitado pela Autarquia como Biblioteca Municipal.
23 de novembro de 2010
Antiga Casa de Julgado - Baltar
Rua D. Nuno Álvares Pereira, Baltar, Paredes - Portugal
Durante a Idade Média, Baltar pertenceu ao concelho de Aguiar de Sousa. Em 1386, D. João I, concedeu-lhe o título de Honra e doou-a ao seu vassalo João Rodrigues Pereira. Este, por sua vez, trocou esta recém-criada Honra com o seu primo D. Nuno Álvares Pereira. (...) Passou assim Baltar para a posse do Condestável, o qual por sua vez a doou à sua filha e marido, os Condes de Barcelos e primeiros Condes de Bragança. Com Foral próprio, Baltar tinha câmara, com dois vereadores, juiz ordinário, tribunal, cadeia, forca e pelourinho, e estava sujeita à justiça superior de Barcelos. Elevada à categoria de vila, Baltar tinha a partir daqui enormes direitos, só comparáveis às maiores povoações do Reino. D. João VI, (...) confirmou esses privilégios.
Até ao século XIX, Baltar pertenceu então à casa de Bragança. Em 1800, fruto do prestígio alcançado ao longo dos séculos, formou concelho próprio, que no entanto teria uma curta duração, pois foi extinto em 1877. Deste efémero concelho, faziam parte nove freguesias: Baltar, Cete, Vandoma, Astromil, Gandra, Sobrado, Sº. Martinho de Campo, Rebordosa e Lordelo. À excepção de Sobrado e Sº. Martinho de Campo, todas as outras seriam posteriormente integradas no concelho de Paredes. Constituiu a honra de Baltar entre 1386 e 1834. (retirado de um texto do site: wikipedia.org/wiki/Baltar)
Foi posteriormente transformada em escola primária até aos nossos dias.
Até ao século XIX, Baltar pertenceu então à casa de Bragança. Em 1800, fruto do prestígio alcançado ao longo dos séculos, formou concelho próprio, que no entanto teria uma curta duração, pois foi extinto em 1877. Deste efémero concelho, faziam parte nove freguesias: Baltar, Cete, Vandoma, Astromil, Gandra, Sobrado, Sº. Martinho de Campo, Rebordosa e Lordelo. À excepção de Sobrado e Sº. Martinho de Campo, todas as outras seriam posteriormente integradas no concelho de Paredes. Constituiu a honra de Baltar entre 1386 e 1834. (retirado de um texto do site: wikipedia.org/wiki/Baltar)
Foi posteriormente transformada em escola primária até aos nossos dias.
17 de novembro de 2010
16 de novembro de 2010
15 de novembro de 2010
14 de novembro de 2010
13 de novembro de 2010
12 de novembro de 2010
11 de novembro de 2010
10 de novembro de 2010
9 de novembro de 2010
8 de novembro de 2010
Tribunal (entrada lateral) - Penafiel
Av. Egas Moniz e Rua Vitorino da Costa, Penafiel - Portugal
Esta frontaria fazia parte de uma quinta onde residia uma personalidade bem conhecida na cidade, Capitão Veiga Ferraz, antigo comandante da GNR de Penafiel e posteriormente, advogado naquela cidade.
Por gentileza de um familiar, apresentam-se várias fotografias da antiga edificação o qual merece um reparo negativo a quem permitiu a construção das atuais instalações em desfavor da casa centenária demolida.
Obrigado
A leitura deste brasão ainda não foi analisada com rigor embora o seu escudo, pleno ou simples, de fantasia está colocado sobre uma cartilha singela e sem grandes conteúdos artísticos.
Sobre esse escudo assenta um elmo gradeado virado à direita, com virol sobre o mesmo.
O apelido será provavelmente de Carvalho não apresentando o timbre, no topo do elmo, de modo a permitir a sua identificação do apelido principal (neste caso único). De realçar que a estrela está representada de 5 pontas e que deveria ser de 8 pontas.
(Fotos cedidas graciosamente por Carlos Ferraz)
5 de novembro de 2010
3 de novembro de 2010
1 de novembro de 2010
30 de outubro de 2010
24 de outubro de 2010
21 de outubro de 2010
20 de outubro de 2010
18 de outubro de 2010
Placa de Rua - Exposição da Republica na Biblioteca Municipal, Porto
Em exposição na Rua D. João IV (ao jardim de S. Lázaro), Porto - Portugal
A Praça da republica é um largo situado na freguesia de Cedofeita, no Porto, onde se insere um belissímo espaço de lazer, o jardim denominado Teófilo Braga.
A Praça da República foi
inicialmente denominada de “Praça de Santo Ovídio”.
Tal designação deveu-se à
existência de uma capela desde meados do século XVIII, junto à estrada de
Braga, invocação de São Bento e de Santo Ovídio.
Na segunda metade do século
XVIII estabeleceu-se a abertura de uma
praça ampla no antigo Campo de Santo Ovídio, que seguidamente em 1790, no tempo
de João de Almada e Melo, terá sido
mandado construir o Quartel de Santo Ovídio pela rainha D. Maria I, transformando-se
ao longo do tempo com as funções de aquartelamento das unidades de infantaria,
entre 1798 e 1952 em que num periodo de tempo esteve instalado aí os Comandos
da I Região Militar do Porto, de 1926 a 1970, e da Região Militar
do Porto, entre 1970 e 1975 e da Região Militar do
Norte, de 1975 a 2006, albergando o Comando do Pessoal.
Na Praça da República tiveram
lugar diversos acontecimentos político-militares, especialmente em 1820, onde
decorreu a concentração das tropas liberais.
Depois da insurreição militar de
1 de maio de 1851, que teve como consequência a queda de Costa Cabral, o largo
tomou o nome de “Campo da Regeneração”.
Já com a implantação da
República, em 1910, o seu nome foi modificado para Praça da República, pela sua
relevância da época.
Em 1891, foi a vez das tropas
republicanas, na revolta de 31 de janeiro. Em virtude disto, em 1910, a praça
recebeu o nome que conserva até à atualidade.
12 de outubro de 2010
Casa dos Albuquerques ou "Pinto Meireles" - Porto
Rua Azevedo de Albuquerque (antiga Rua dos Fogueteiros), Porto - Portugal
Descrição do brasão:- Escudo: Francês ou Quadrado
- Formato: Partido
- Leitura: I - Pinto e II - Meireles
O edifício onde actualmente se encontra sedeada a Árvore (Sociedade Cooperativa de Actividades Artísticas) é uma casa nobre portuense da segunda metade do século XVIII (1767), também conhecida por Casa dos Albuquerques. Os seus primeiros proprietários foram José Pinto Meireles, Cavaleiro da Ordem de Cristo e sua mulher D. Francisca Clara de Azevedo Pinto Aranha e Fonseca.
É uma estrutura arquitectónica de grande simplicidade, com uma fachada corrida, de acordo com os padrões tradicionais portuenses, onde se destaca a porta principal, rematada por um frontão com pedra de armas.
Na quinta (chamada das Virtudes) pertencente à casa foi colocada, em 1832/33, uma das baterias defensivas da cidade, durante o Cerco do Porto. Anos depois (1844), a quinta foi comprada por José Marques Loureiro que a destinou para as suas instalações de Horticultura e Floricultura. José Marques Loureiro desempenhou um papel importante no Porto da época quer pelas experiências levadas a cabo no Horto das Virtudes (o exemplo notável da construção de uma estufa onde eram criados ananazes), quer pela divulgação de novas ideias ligadas à botânica e à agricultura.
(texto retirado do site: http://miragaia.com.sapo.pt/cooperativa-arvore.htm)
11 de outubro de 2010
Cachorro em fachada - Casa-Atelier do Arqº. José Marques da Silva
Praça do Marquês, nº 44, Porto - Portugal
Esta peça encontra-se na fachada da Casa-Atelier do mais conceituado arquitecto da cidade do Porto, dos finais do séc. XIX e inicios do séc. XX, Arqtº. José Marques da Silva.
Pode-se reconhecer pela escola da arquitectura nacional que foi ele quem transformou a fisionomia da cidade, através do seu estilo pessoal da escola francesa de Belas-Artes.
Das suas obras mais emblemáticas o seu primeiro grande projecto foi o da construção da Estação de S. Bento (1896-1916). Entre outros projectos magnificos pode-se destacar, igualmente, o Teatro Nacional de S. João (1910-1920), os Liceus de Alexandre Herculano (1914-1930) e o de Rodrigues de Freitas (1919-1933). Contém também trabalhos de grande cunho pessoal e famosos em Guimarães.
Já em fim de vida, terminou a sua carreira com um projecto bem conhecido por todos, que é o da Casa e Jardim de Serralves.
9 de outubro de 2010
6 de outubro de 2010
5 de outubro de 2010
4 de outubro de 2010
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