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4 de setembro de 2017

Casa de Malheiro Reimão (15) - Viana do Castelo


pedra de armas - foto retirado de olharvianadocastelo.blogspot.com

Descrição da Pedra de Armas:

Brasão de campo partido, tendo no I - as armas de Malheiro e no II - as de Reimão, esquartelado, do séc. XVIII, encimado por coronel de nobreza, assente em cartela decorativa.
As armas de Malheiro são: de vermelho, com uma ponte de três arcos, assente sobre um rio de sua cor em ponta, rematada por duas torres de prata, firmadas nos flancos do escudo, e de uma palmeira de sua cor entre elas;
o timbre é a palmeira do escudo.
As armas de Reimão são esquarteladas, tendo o primeiro e o quarto de azul, com uma flor-de-lis de prata, o segundo e o terceiro de prata, com uma árvore verde;
no timbre um Reimão de prata com um ramo de árvore na boca.

História Breve:

Casa Malheiro Reimão ou Casa da capela das Malheiras, são as denominações pela qual é conhecida esta edificação oitocentista, com o seu maior relevo para a capela que está anexada à casa e situada no gaveto, virada para a Praça.
É considerada como a mais significativa construção barroca da cidade, de arquitectura civil portuguesa do séc. XVIII. Foi construída no 3º quartel do séc. XVIII e representa a obra mais original do Rocaille, em Portugal, devido à interpretação vigorosa, desenvolvida no norte do País.
Apresenta características da época, de fachadas longas e rectangulares, a fachada apresenta dois pisos em que o interior é constituído por seis janelas de verga, intercaladas por três portas também em verga recta, e cujos frontões ultrapassam o friso, passando a linha divisória dos andares. O piso superior é formado por nove janelas de verga recta, em que a janela central está a dividir a casa, estando esta encimada pelo brasão de família e, na mesma linha central, o portal principal.

vista da fachada - foto retirada do CPF (clube português de fotografia)

O seu proprietário foi Gaspar Malheiro Rei(y)mão (mestre de campo de infantaria, e o primogénito de 14 filhos do casal Ventura Malheiro Reimão e de Dona Páscoa Pereira Ferraz), que adquiriu para a construção da Casa, desde 1753 a 1757, sete moradias de casas junto às que possuía no eirado da "Praça das Couves", entre as ruas do Espírito Santo e a das Padeiras.
As obras iniciaram-se em 1758 após a licença da Câmara para demolir o paredão da Praça das Couves e da Erva.
A Capela foi mandada construir por Dom António Malheiro, do Desterro (quando Bispo do Rio de Janeiro) e exigiu que a capela fosse dedicada ao protector da infância e dos pobres, São Francisco de Paula, cuja divisa era "Charitas", gravada na cartela da frontaria da capela.

vista da Capela e casa - foto retirada do CPF (clube português de fotografia)

vista da Capela - foto retirada www.cascais.pt

vista da Capela e casa - foto retirado de www.mopnumentos.gov.pt

A capela, de maior relevo deste conjunto, está anexada à casa por um dos lados, fazendo esta a esquina entre duas ruas. A capela, delimitada por pilastras de capitéis decorados, apresenta uma fachada em frontão contracurvada, flanqueada por fogaréus. O portal rasga o centro desta, imensamente decorado e encimado por um janelão com moldura de concheados e ainda uma cartela igualmente decorada.
A casa foi ampliada em 1823 com um mirante e terraço, já em estilo neo-clássico.
O palacete continua a pertencer à família original e encontra-se classificada como Imóvel de Interesse Público, está classificado como IIP, pelo decreto-Lei n.º 5/2002, DR - I Série-B n.º 42, de 19/02/2002.

Descrição:

Planta rectangular irregular, composta por dois corpos residenciais rectangulares, paralelos entre si, apela, no topo Sul, longitudinal disposta perpendicularmente, com sacristia de permeio, e corpo com terraço a Norte, tendo adossado a esta e à fachada lateral esquerda corpo rectangular com terraço sobreelevado. Volumes articulados com coberturas diferenciadas em telhados de quatro águas na casa e de duas na capela. Fachadas rebocadas e pintadas de branco. fachada principal virada a Oeste, com a ala residencial percorrida por embasamento de cantaria, com pilastras toscanas nos cunhais, coroados por pináculos escalonados, adelgaçados sobre plintos paralelepipédicos, de dois pisos separados por friso e terminada em duplo friso, o superior ritmado por argolas de ferro em florões, e cornija, sobreposta por beirado simples; é rasgada por 9 eixos de vãos sobrepostos, o central e os extremos compostos por portais e janelas e os intermédios apenas por janelas de peitoril; os portais, o central de planta convexa, possuem verga abatida ligeiramente recortada, com moldura côncava igualmente recortada, inserido em pano de cantaria, sobreposto por espaldar moldurado terminado em cornija contracurvada; a janela central ao nivel do segundo piso, de planta convexa possui verga recta de ângulos cortados, moldura recortada, encimada por friso e falso frontão triangular sem retorno, coroado por vasos com elementos recortados e brasão de família envolto em ampla cartela de concheados com coronel; pano do peitoril em cantaria com almofadas sobrepostas.

foto retirado de www.mopnumentos.gov.pt

As janelas do piso térreo possuem verga recta e moldura côncava superiormente recortada, encimada por espaldar côncavo e cornija angular, e ainda pano de peitoril de cantaria; as do segundo piso têm planta convexa e moldura igual à central, mas são encimadas por espaldar semicircular, côncavo e cornija curva.
Fachada da sacristia, mais baixa, definida por pilastras de capitéis de inspiração coríntia, mas com decoração estilizada de conchas invertidas, percorrida por embasamento e terminada em cornija, friso e cornija, sobreposta por beirado. Tem igualmente dois pisos, abrindo-se no, primeiro, janela de verga abatida e dupla moldura formando pequenos brincos rectos, encimada por cornija com o mesmo perfil muito avançada; no segundo, rasga-se janela de sacada, de verga abatida e moldura recortada, encimada por cornija angular sobreposta à cornija da fachada, tendo guarda em ferro forjado com motivos vegetalistas estilizados, assentando em larga mísula com jogo de formas côncavas e convexas.
Capela com contrapilatras nos cunhais, de fuste almofadado, com topos formando recorte côncavo e convexo, e de capitéis de inspiração corítia, mas com decoração estiizada de conchas invertidas, coroadas por fogaréus decorados, assentes em dupla ordem de plintos galbados, igualmente decorados com cartela e concheados. termina em empena recortada delimitada por cornija comramificações fitomórficas e termina em cornija contracurvada, bastante avançada, coroada por alta cruz latina, de braços terminados em flor-de-lis, sobre acrotério. Portal de planta côncava, composto por vão de verga recortada, moldurado, encimado por tabela ornada interior e exteriormente de concheados e terminada em cornija também encimada por concheados, enquadrado por quarteirões, sobrepujados por concheados, com capitéis convexos, suportando cornija contracurvada, sobrepujada, no alinhamento dos quarteirões e ao centro, com volumosos concheados recortados. Porta de duas folhas e bandeira, com almofadas recortadas. Encima o portal amplo janelão, de linhas recortadas e moldura côncava com decoração exterior de concheados e elementos fitomórficos exuberantes, formando orelha, terminada em cornija contracurvada encimada por concehado; o janelão é sobrepujado por cartela em conha, inscrita com Charitas, envolvida por elementos volutados, concheados e vegetalistas. fachada lateral direita da capela percorrida por embasamento de cantaria e terminada em duplo friso e cornija sobreposto por beirado simples; é rasgada por duas janelas recortadas, com moldura acompanhando o seu perfil e com fragmentos de cornija acentuando o recorte. No seu alinhamento, dispõe-se a fachada posterior do corpo residencial, de cunhais apilastrados e terminada apenas em beirado simples, sendo rasgadas por portal de verga recta simples, ladeada por janelas iguais. Segue-se corpo em alvenaria de pedra aparente, com porta larga, de verga recta e portão de madeira, de acesso ao logradouro.
Interior: Vestíbulo rectangular disposto no extremo esquerdo da casa e acedido directamente a partir do exterior. A interligação entre os pisos é feita através de grande escada de tiro, de dois lanços. No andar nobre, o salão principal surge ao centro da casa. A ala residencial mais antiga possui quatro pisos, mais baixos.
Capela: com paredes rebocadas e pintadas de branco, pavimento em lajes de cantaria e tecto em falsa abóbada de berço, sobre cornija pintada a marmoreados fingidos; lateralmente abrem-se portas e duas janelas, com capialço em marmoreados fingidos; e encimadas por sanefas em talha igualmente a marmoreados fingidos. Ladeando o portal axial e o acesso à sacristia, surgem pias de água benta, ricamente lavradas. Sobre o supedâneo, de degraus recortados,a ssenta o retábulo-mor, de planta côncava e um eixo, em talha policroma com amrmoreados fingidos a rosa, azul, branco, e dourado, de um eixo, definido por duas colunas, de fuste decorado com concheados e lementos fitomórficos, e duas pilastras. às quais se adossam mísulas com imaginária protegida por baldaquiano, assentes em altos plintos galbados, comuns, com a mesma decoração; ao centro, abre-se grande tribuna, em arco abatido, com boca e moldura recortada, interiormente albergando trono expositivo, de três degraus, decorados com festões, encimado por resplendor e imagens; ático em espaldar recortado, terminado em cornija e decorado com concheados, cartelas e motivos fitomórficos. Altar tipo urna, com frontal decorado por cartela e elementos vegetalistas.

Descrição Complementar:

À fachada lateral esquerda adossa-se corpo rectangular, com facada principal rebocada e pintada de branco, ercorrida por embasamento de cantaria e terminada em cornija e entablamento pleno de cantaria, coroado por dois vasos de cantaria: tem dois panos, o mais largo, disposto à direita, tem um piso, rasgado por duas portas de verga recta molduradas, encimadas por baldaquino com lambrequim, e, ao centro, janela rectangular jacente, igualmente emoldurada, tendo inferiormente inscrição, em ferro, relevada, a dizer "restaurante"; o pano esquerdo possui dois pisos, rasgados por dois portais de verga recta, o da esquerda transformado em montra, envidraçada, encimados por duas janelas de peitoril, todos moldurados. Sobre este corpo, desenvolve-se mirante ajardinado. Na fachada principal, sobre o eixo de vãos central, surge brasão de família dos Malheiro Reimão.

Cronologia:

1739 - Ventura Malheiro Reimão celebrou as bodas de ouro do seu casamento com Dona Páscoa Pereira Ferraz e da qual teve 14 filhos;
1753/1757 - Gaspar Malheiro Reimão, Mestre de campo de Infantaria Auxiliar, comprou 7 "moradas de casas" junto às suas que possuía no Eirado da "Praça das Couves", entre as Ruas do Espírito Santo e das Padeiras. neste período inicia-se a construção do Palácio;
1758 (finais) - inicio da construção da capela, visto que só então a Câmara deu licença para demolir o paredão da Praça das Couves e da Erva, erguendo-a então nesse local e nas casas que adquirira a Dona Teresa Josefa de Mesquita e açougues e da Rua do Espírito Santo; a capela foi mandada construir por Dom António malheiro, enquanto bispo do Rio de Janeiro, o qual encarregou o seu irmão Baltasar malheiro, D. Prior de Barcelos, de dirigir a construção, e foi dedicada a São Francisco de Paula e ao Espírito Santo; o Bispo mandava do Brasil ricos objectos de culto, paramentos e imagens para a capela; 
Novembro - na forta desse mês enviou a imagem de São Francisco de Paula com resplendor e báculo de prata e nas contas que o D. prior lhe apresentava aparecem os pagamentos de 2:760$190 rs pela obra de pedreiro, 804$750 rs pela obra de carpinteiro e 200$510 rs pela obra de ferreiro; o custo total da construção da capela foi de 5.112$900 rs;
1823 - ampliação da casa, com construção do mirante e terraço, ladeando pela fachada principal, dirigindo a obra o último comendador de Malta, Frei António Taveira Pimentel de Carvalho, de Lamego;
1864 - a 6 de março morreu em Viana, frei António Taveira Pimentel de Carvalho;
1887 - a 31 de maio realização na capela "o mês de maria", pelas 16h30; distribuía-se pela assitência pequenas estampas com gravura religiosa e bordo artisticamente rendilhado, tendo, no verso, oração escrita em espanhol, sob a qual se lia "souvenir du mois de Marie - Charitas Viana 1887";
1888 - realização do chamado "mês de Maria";
1889 - a 22 de dezembro realização na capela de uma grande festa religiosa, em que participou o barítono D. Francisco Coutinho, da Companhia de Ópera do teatro de Príncipe Real, do Porto; cantou os trechos Evocação "de Hebré", "Canto Religioso", de Pirani e "Tantum Ergum", de Minier;
1903 - a 31 de setembro, D. Carlos I, quando se deslocou ao Norte para assistir a manobras militares em barcelos, visitou Viana e ficou hospedado na Casa da Praça; ali moravam então Dona Maria Máxima Malheiro Reimão e seu marido, o capitão António Leite Cardoso Pereira de Melo e o seu recheio estava tão empobrecido, que várias famílias emprestaram móveis, tapetes, espelhos e quadros para embelezar a casa; lanças, cristais, talheres, criados e cozinheiras vieram de Lisboa, da pastelaria Ferrari, na rua Nova do Almada; durante o jantar tocou na rua, em frente do Paço, a banda do Regimento de Infantaria 19, tendo também assistido o então Ministro de Guerra Pimentel Pinto, o conselheiro Malheiro Reimão politico influente, o Governador Civil dr. Queiroz Veloso, etc: esteve na casa também o infante D. Afonso, irmão de D. Carlos, com um dos seus ajudantes, o capitão José Vicente da Silva Sena, organizando-se um concurso de tiro no velódromo do Campo do Vastelo;
1961 - considera-se a hipótese da Câmara de Viana adquirir 13 prédios para posterior demolição, de modo a desafogar o palácio e capela e a ampliar a praceta; 
5 de fevereiro - carta do Director de Serviços dos Monumentos Nacionais referindo que o arquitecto chefe da Secção achava que não se devia proceder às expropriações, uma vez que elas iam alterar a escala local, sobretudo os antigos Paços Municipais. 

Viana do Castelo - Origens:

"A ocupação humana da região de Viana remonta ao Mesolítico, conforme o testemunham inúmeros achados arqueológicos (anteriores à cidadela pré-romana) no Monte de Santa Luzia.
A povoação de Viana recebera a Carta de Foral, de Afonso III de Portugal em 18 de Julho de 1258, tendo passado a chamar-se Viana, da Foz do Lima.
Até à sua elevação a cidade em 20 de Janeiro de 1848, a actual Viana do Castelo chamava-se simplesmente "Viana" (também referida como Viana da Foz do Lima" e "Viana do Minho", para diferenciá-la de Viana do Alentejo.
Na cidade - que cresceu ao longo do rio Lima - podem ser observados os estilos renascentistas, manuelino, barroco e Art Deco. Na malha urbana destaca-se o centro histórico, que forma um circulo delimitado pelos vestígios das antigas muralhas. Aqui cruzam-se becos e artérias maiores viradas para o rio Lima, e destacam-se a antiga Igreja Matriz, que remonta ao séc. XV, a Capela da Misericórdia (séc. XVI), a Capela das Almas, e o edifício da antiga Câmara Municipal, na Praça da Monarquia (antiga Praça da Rainha), com uma fonte em granito do séc. XVI."
Para além deste Património arquitectónico no pequeno núcleo citadino vislumbram-se casas típicas dessas épocas e com as características e ornamentos aos estilos atrás mencionados.
Dessas casas aparecem pedras de armas afixadas nas fachadas, sendo distribuídas por casas tradicionais, por casas nobres e apalaçadas, cujas personagens justificaram a mercê dada pelo seu rei, quer por actos em prol do País, quer em prol da benemerência e interesses locais ou por razões politicas.
No pequeno núcleo histórico circunscrito entre a linha férrea e o rio Lima e por pequenos passeios pedonais realizados pessoalmente pelo seu interior se destacaram e se recolheram um bom punhado de Brasões, de Heráldica de Família, que se pretende abordar e mostrar neste blogue.
Dos 27 brasões referenciados no mapa, alguns não foram encontrados neste pequeno passeio efectuado em dia e meio, de uma pequena estada naquela linda cidade.  A recolha mereceu também em buscas de sites locais que me ajudaram a enriquecer este projecto de inventariação de brasões de família no núcleo antigo desta cidade.
Provavelmente haverá ainda outros por descobrir nessas pequenas vielas e ruas, e encobertas em muitas casas que apresentam características muito especiais, à sua época a que cada uma delas terá sido edificada. Vislumbramos, portas e janelas lindamente executadas em granito, do barroco ao manuelino, muitas casas ainda sustentam nos seus beirais gárgulas de todos os feitios e igualmente outras pedras de armas, nacionais e da cidade.
À medida que se apresenta cada peça de armas, e sempre que possível, será abordada a descrição da pedra de armas e de uma pequena história, da casa ou da família, efectuada pela recolha na internet e especialmente no blogue "olharvianadocastelo.blogspot" e da obra "Casas de Viana Antiga" que merecem uma especial atenção e um elogio de relevo por se dedicarem exclusivamente ao concelho e à cidade.

Esquema geral da localização das Pedras de Armas de Família - Viana do Castelo

Listagem:
1 - Casa dos Monfalim (séc. XVII/XVIII) - Gaveto do Passeio das Mordomas da Romaria com a Rua Nova de Santana
2 - Casa da Barrosa (séc. XVIII) - Rua Manuel Espregueira, n.º 87
3 - Casa dos Abreu Coutinho (séc. XVIII (?)) - Largo Vasco da Gama
4 - Casa dos Melo e Alvim (séc. XVI) - Av. Conde da Carreira
5 - Capela da Casa da Carreira (séc. XVIII) - Rua dos Bombeiros
6 - Casa dos Werneck (séc. XIX) - Av. Conde da Carreira, n.º 6
7 - Casa dos Pimenta da Gama ou Casa da Piedade (séc. XVIII) - Rua Mateus Barbosa, n.º 44
8 - Casa do Campo da Feira (séc. XVIII) - Largo 5 de Outubro, n.º 64
9 - Casa dos Sousa Meneses - Rua Manuel Espregueira, n.º 212
10 - Casa da Vedoria (séc. XVII) - Rua Manuel Espregueira, n.º 152
11 - Casa da Carreira (séc. XVI) - Passeio das Mordomas da Romaria
12 - Casa Costa Barros (séc. XVI) - Rua S. Pedro, n.º 28
13 - Casa dos Aranha Barbosa - Rua da Bandeira, n.º 174
14 - Casa Barbosa Maciel (séc. XVIII) - Largo S. Domingos
15 - Casa dos Malheiro Reymão (séc. XVIII) - Rua Gago Coutinho e Praça das Couves
16 - Palácio dos Cunhas (séc. XVIII) - Rua da Bandeira
17 - Casa do Pátio da Morte - Rua da Bandeira, n.º 203
18 - Casa dos Pita (séc. XVII) - Rua Prior do Crato, n.º 56
19 - Hospital Velho (séc. XV) - Rua do Hospital Velho
20 - Casa dos Torrados - Av. Luis de Camões, n.º 19
21 - Casa dos Sá Sottomaior - Praça da Republica, n.º 42
22 - Casa dos Agorretas - Gaveto da Rua dos Rubins com Rua Manuel Espregueira
23 - (família desconhecida) - Travessa da Victória
24 - Casa de João Velho ou Casa dos Arcos - Largo do Instituto Histórico do Minho
25 - Casa dos Medalhões, gaveto da Rua do Poço com Largo da Matriz
26 - Casa do Alpuím, Passeio das Mordomas da Romaria
27 - Casa dos Pereira Cirne - Rua da Bandeira, n.º 219 

fontes retiradas de:
- http://www.monumentos.gov.pt
- http://vianadocastelo.360portugal.com
- http://www.heraldrysinstitute.com
- http://www.patrimoniocultural.gov.pt
- http://www.waymarking.com
- https://www.visitarportugal.pt
- http://olharvianadocastelo.blogspot.pt




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