NOTA: A quem consulte e aprecie este blogue e possa contribuir com comentários, críticas ou correcções têm a minha consideração.
Aqueles que por seu entendimento, possam ser proprietários de alguns elementos fotográficos, e pretendam a retirada dessa foto, agradeço que me seja comunicada para evitar constrangimentos pessoais.

Obrigado.

28 de agosto de 2010

Quinta do Souto - Madalena

Rua do Souto - Madalena - Paredes
A pedra de armas assenta sobre o portal de entrada da Quinta do Souto, com a seguinte descrição:
forma - de fantasia
leitura - esquartelado
I - Melo(?)
II - Pereira
 III - (?)
IV - (?)
Elmo tarado de perfil
Timbre de (?)
Escudo assenta em cartilha decorativa


23 de agosto de 2010

Casa dos Albuquerques - Porto

Rua Azevedo de Albuquerque (antiga Rua dos Fogueteiros) - Porto
O edifício onde actualmente se encontra sedeada a Árvore (Sociedade Cooperativa de Actividades Artísticas) é uma casa nobre portuense da segunda metade do século XVIII (1767), também conhecida por Casa dos Albuquerques. Os seus primeiros proprietários foram José Pinto Meireles, Cavaleiro da Ordem de Cristo e sua mulher D. Francisca Clara de Azevedo Pinto Aranha e Fonseca.
É uma estrutura arquitectónica de grande simplicidade, com uma fachada corrida, de acordo com os padrões tradicionais portuenses, onde se destaca a porta principal, rematada por um frontão com pedra de armas.
Na quinta (chamada das Virtudes) pertencente à casa foi colocada, em 1832/33, uma das baterias defensivas da cidade, durante o Cerco do Porto. Anos depois (1844), a quinta foi comprada por José Marques Loureiro que a destinou para as suas instalações de Horticultura e Floricultura. José Marques Loureiro desempenhou um papel importante no Porto da época quer pelas experiências levadas a cabo no Horto das Virtudes (o exemplo notável da construção de uma estufa onde eram criados ananazes), quer pela divulgação de novas ideias ligadas à botânica e à agricultura.
(texto retirado do site:
http://miragaia.com.sapo.pt/cooperativa-arvore.htm)

19 de agosto de 2010

Palácio das Sereiras (entrada posterior) - Porto

Rua do Bandeirinha - Porto
Construído em meados do século XVIII para residência da família Portocarrero, em local onde se situou uma antiga judiaria. É constituído por três pisos, de arquitectura simples, exceptuando a fachada magnificentemente esculpida, dividida em três partes, separadas por pilastras, bem como os extremos da frontaria que simulam torreões coroados de ameias delimitados pelas pilastras que sobem do piso térreo até ao cimo.
No piso térreo deste edifício setecentista encontramos entrada nobre com esculturas decorativas representando sereias (com cerca de três metros). Sobre a verga do portal vê-se um enorme brasão decorado. A actual fotografia pertence às traseiras e entrada secundária deste magnifico edificio.
(texto retirado do site:
http://olhares.aeiou.pt/palacio_das_sereias_foto3436947.html)

10 de agosto de 2010

Muro e entrada secundária da Quinta da Quintã - Soalhães

Soalhães - Marco de Canaveses

A casa de Quintã, último baluarte do Morgado de Soalhães, possui hoje, uma mínima parte das terras que o constituíram.
O vistoso solar obedece ao estilo arquitectónico D. João V e foi acabado no ano de 1742. Pela sua grandeza, foi o maior e primeiro edifício do concelho e um dos primeiros de todo distrito.
Magnificente edificada em quadrado, tem uma torre a poente, ficando a entrada para um largo terreiro do lado sul da propriedade, ampla e toda murada.
Sempre foi timbre da Casa de Quintã a partilha das suas festas com os caseiros e gentes da terra.
O exterior da casa, engalanado e com os mais diversos aparatos de comodidade e distracção, foram palco á disposição do público.
O último dos mais importantes eventos que a Casa de Quintã celebrou como festa pública foi, em 12 de Setembro de 1998, o casamento de D. Joana da Costa Lobo e Reymão Nogueira.

9 de agosto de 2010

Casa de Coura - Bitarães

Rua de Coura - Bitarães - Paredes

O brasão está colocado sobre o portal de entrada e foi colocado a quando da aquisição da casa pela parte da actual familia. A sua definição é de fantasia, partido em I - Faro e II - Costa e timbre de Faro.

"É uma casa senhorial com origens no século XVIII, tendo sido restaurada posteriormente. Situa-se junto do rio Mesio, afluente do rio Sousa*, a cerca de 700 metros, e é uma casa condecorada com o "Título de Honra" pelos actos heróicos dos seus proprietários."
(texto retirado do site:

* - correcção feita por um residente, o qual agradecemos.

4 de agosto de 2010

Igreja Evangelica - Porto

Praça Coronel Pacheco - Porto
Pensa-se que o Metodismo em Portugal tenha começado em 1853 a Sul de Oliveira de Azeméis, com a chegada do Eng.º Thomas Chegwin às minas do Palhal.Alguns anos depois havia já uma classe metodista no Porto e em Gaia, e em 1871 foi fundada oficialmente esta religião protestante.
A 25 de Março de 1877 foi inaugurada a Igreja do Mirante, que sempre foi o epicentro do trabalho metodista na região. As instalações foram ampliadas em 1908 e 30 anos depois foram colocados na fachada os lindíssimos azulejos neo-manuelinos da autoria de um membro da Igreja, Delfim Gonçalves Vieira (com a colaboração do pintor João Augusto Ribeiro), executados pela Fábrica de Cerâmicas de Sacavém. Só no decorrer desse ano de 1938 este templo foi reconhecido pelas autoridades civis, com o estatuto de Associação Cultural.
Aqui, em 1920,foi fundado o jornal Portugal Evangélico, que continua a existir nos nossos dias. Existe um arquivo histórico, aberto a investigadores e outros interessados, composto por uma vasta biblioteca, que data desde o séc. XVIII até ao presente, com livros do Centro Metodista de Estudos.
Possui ainda um órgão de tubos, feito em 1924 por William Sweetland, oferecido em 1999 por uma Igreja Metodista sediada em Bristol, Inglaterra.
Espero que a visita vos agrade tanto como nos agradou conhecer a história deste templo e respectiva congregação, que constituem o mais antigo trabalho protestante português organizado na cidade do Porto.

2 de agosto de 2010

Ferrolho no edificio da Cadeia da Relação - Porto

Campo Martires da Pátria - Porto

Criada em 27 de Julho de 1582, o Tribunal da Relação do Porto, por falta de instalações próprias, começou por funcionar na Antiga Casa da Câmara, instalada na Rua de São Sebastião, no edifício que, por esse motivo, passou também a ser conhecido por Paço da Rolaçon.
O edifício, considerado enorme, custou tanto dinheiro que durante o tempo da sua construção não foi feito mais obras na cidade. No entanto, deve ter sido mal construído porque no dia 1 de Abril de 1752, em Sábado de Aleluia, ruiu completamente e a Relação regressou às instalações da Câmara Municipal.
Uma nova casa para a sede da Relação e da Cadeia começou a ser construída sobre os escombros da anterior, em 1765, por iniciativa do regedor das Justiças e governador das Armas do Porto, João de Almada e Melo, segundo uma planta elaborada para o efeito pelo engenheiro e arquitecto Eugénio dos Santos que foi um dos intervenientes na reconstrução da Lisboa pombalina.
A obra custou 200 contos de réis, durou trinta anos, pois só ficou concluída em 1796. Albergou a sede do Tribunal da Relação e serviu de cadeia até aos nossos dias.
É um dos edifícios de referência na história do Porto. As enxovias tinham nomes de santos: Santo António, Sant'Ana, para homens; Santa Teresa para mulheres; e Santa Rita para menores. A prisão oficina estava sob a protecção do Senhor de Matosinhos e as prisões de castigo tinham por patrono São Vítor. Havia ainda os salões (do Carmo e de São José) para homens e mulheres. Diferenciavam-se das celas por terem o chão de madeira mas pagava-se para ficar neles - 1$500 réis.
Na sala do tribunal havia uma capela porque as Ordenações do Reino determinavam que "o governador acolherá um sacerdote, que em todos os dias pela manhã, diga missa na casa da Relação, no oratório ou lugar que para isso se ordenar..." Os presos ouviam a missa das grades das prisões e corredores que davam para o saguão. Mas como não havia, mesmo assim, capacidade para tanta gente, a missa era num Domingo para os detidos de determinadas celas e no outro Domingo para os das outras prisões.

1 de agosto de 2010

Casa do Rio - Lousada

Torno - Lousada
A pedra de armas assenta sobre portal de granito com a seguinte descrição:
forma - de fantasia
leitura - esquartelado
I e IV - Machado
II - Lima
III - Meneses
Timbre - (desconhecido)
Sem Paquife
Escudo assente em cartilha decorativa